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Amar Portugal

Porque amo este país que não me viu nascer e me senti inspirada pelas "Paisagens de Portugal" do Sapo Blogs.

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Todas as imagens deste blogue são da autoria de Isa Nascimento, estando protegidas por Direitos de Autor. Se as partilhar, deverá identificar a sua origem.

Sintra | Palácio de Monserrate | Exteriores

04
Mai21

É em 1846, depois de muitos proprietários, histórias, recuperações e abandonos, que Francis Cook, um comerciante inglês e colecionador de arte, se torna o proprietário da Quinta de Monserrate e o 1º Visconde de Monserrate. Ali manda edificar um palácio que combina influências góticas, indianas e sugestões mouriscas. Os motivos exóticos e vegetalistas da decoração interior prolongam-se harmoniosamente no exterior, que também foi reformulado e transformado num dos mais belos jardins botânicos portugueses.

O Governo Português adquiriu a propriedade e o palácio em 1949. Posteriormente, em setembro de 1978, o Palácio de Monserrate, com os seus jardins e mata, foram classificados como Imóvel de Interesse Público. São parte integrante da zona “inscrita" da Paisagem Cultural de Sintra, classificada pela UNESCO como Património Mundial da Humanidade em 6 de dezembro de 1995.

Em setembro de 2013, a recuperação do espírito romântico do Parque de Monserrate foi reconhecida internacionalmente como o melhor restauro de um jardim histórico na 4.ª edição do concurso European Garden Award, na categoria “Best Development of a Historic Park or Garden” (Melhor Desenvolvimento de um Parque ou Jardim Histórico).

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Dia Mundial da Terra | 22 de abril 2021 | Jardins de Monserrate | Sintra

22
Abr21

É em plena serra de Sintra que podemos encontrar os exuberantes jardins do Parque de Monserrate. 

Foi uma das visitas que mais gostei de fazer.💚

Constituindo uma das mais notáveis criações paisagísticas do Romantismo em Portugal, o Parque de Monserrate recebeu espécies vindas de todo o mundo, que foram organizadas por áreas geográficas, refletindo as diversas origens das plantas e compondo cenários ao longo de caminhos, por entre ruínas, recantos, lagos e cascatas. É assim, sobretudo graças à intervenção do paisagista William Stockdale, do botânico William Neville e do mestre jardineiro James Burt mas, acima de tudo, ao espírito romântico de Francis Cook, que podemos hoje encontrar no Parque de Monserrate cenários contrastantes que, ao longo de caminhos sinuosos e em convívio com espécies espontâneas da região, como os medronheiros de porte arbóreo, os já muito raros azevinhos e os imponentes sobreiros, surgem ancestrais fetos arbóreos e araucárias, agaves e palmeiras que recriam um cenário do México, camélias, azáleas, rododendros e bambus, lembrando um jardim do Japão.

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Cascais | Monumento ao Regimento de Infantaria 19

15
Abr21

Foi da Cidadela de Cascais que partiu para a batalha do Buçaco, em 1810, o Regimento de Infantaria de Cascais. O regimento ingressou no conflito sob o n.° 19 de Infantaria (janeiro de 1809), tendo regressado em 30 de agosto de 1814.

Aquartelado na Cidadela de Cascais de 1707 a 1834, o Regimento de Infantaria de Cascais ficou célebre pelas várias campanhas militares em que participou, das quais se destacam a Campanha do Rossilhão (1793-1795) e a Guerra Peninsular (1807-1814), nesta última já com a designação de Regimento de Infantaria 19, fruto das restruturações ocorridas em 1806. O regimento viria a ser extinto pelo então governador-geral de Portugal, Jean-Andoche Junot, a 22 de dezembro de 1807.

Até 1945, o feriado municipal de Cascais era comemorado a 30 de agosto, data que evocava o regresso apoteótico do Regimento à vila, em 1814.

A 12 de abril de 1921 foi inaugurado junto à Cidadela o monumento de homenagem ao Regimento de Infantaria 19, adquirido por intermédio de uma Comissão de Monumentos. Da autoria do escultor Artur Anjos Teixeira, a estátua, em lioz branco macio, representa um soldado com uniforme do período Napoleónico e está assente sobre uma grande peanha formada por rochas sobrepostas.

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Cascais | Estátua do rei D. Carlos I

13
Abr21

Foi a 28 de setembro de 1878, em comemoração do 15º aniversário do príncipe D. Carlos, que foram acesos os primeiros candeeiros elétricos em Portugal, na esplanada da Cidadela de Cascais.

No dia 1 de fevereiro de 2008, para assinalar a passagem de um século sobre a morte do rei D. Carlos I, assassinado em Lisboa a 1 de fevereiro de 1908, a autarquia de Cascais inaugurou a estátua criada pelo escultor Luís Valadares.

A estátua do rei D. Carlos I, instalada à entrada do Passeio de D. Maria Pia, junto à Cidadela e num dos acessos à marina, representa o monarca em pé, à beira da amurada do iate Amélia, a contemplar a baía de binóculos na mão e trajado com uniforme da Marinha. Foi fundida em bronze e assenta numa base em pedra "azulino de Cascais", bujardada "de modo a simbolizar o mar". A borda da embarcação é em aço, ferro, latão e madeira.

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O olhar do rei sobre a baía

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Cascais | Torre de Santo António | Forte de Nossa Senhora da Luz

09
Abr21

A génese do que é atualmente o conjunto fortificado da Cidadela de Cascais é a Torre de Santo António, mandada construir por D. João II em 1488. 
Da autoria de Pêro Anes, esta torre defensiva manteve-se ativa até 1580.
Em 1589, Filipe I mandou edificar uma nova fortificação para reforçar a baía de Cascais, constantemente ameaçada pela armada inglesa. O desenho da planta foi entregue ao Capitão Fratino, que projetou uma fortaleza abaluartada de planta triangular, um traçado pouco comum na arquitetura militar portuguesa.
A planimetria pouco usual do Forte de Nossa Senhora da Luz dever-se-á ao facto de ser necessário aproveitar a estrutura existente da torre quatrocentista.

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Torre de Santo António, edificada junto ao mar

À esquerda avista-se a Pousada de Cascais e em baixo a Marina de Cascais

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