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Amar Portugal

Porque amo este país que não me viu nascer e me senti inspirada pelas "Paisagens de Portugal" do Sapo Blogs.

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Todas as imagens deste blogue são da autoria de Isa Nascimento, estando protegidas por Direitos de Autor. Se as partilhar, deverá identificar a sua origem.

Lisboa | Monumento ao Calceteiro

25
Nov21

O Monumento ao Calceteiro, da autoria de Sérgio Stichini, é uma obra de homenagem a esta figura típica de Lisboa na execução da sua arte, a tão conhecida calçada artística portuguesa.

Com uma área de cerca de 30 m2, traduz um conjunto escultórico composto por duas estátuas de corpo inteiro, em bronze, (um calceteiro a cortar pedra e um ajudante com um maço a bater a pedra), enquadradas por um trabalho em calçada portuguesa, representando uma barca de São Vicente, símbolo de Lisboa, realizada, com mais de 10.500 pedras, pelos calceteiros municipais.

Esta estátua foi inaugurado na Rua da Vitória em Dezembro de 2006 e recolocada na Praça dos Restauradores, junto ao Hotel Avenida Palace, em Junho de 2017.

Pavimento: Barca de São Vicente em calçada portuguesa

Fonte: Diretório da Cidade de Lisboa

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Lisboa | Estufa Fria | Lago e elementos decorativos

21
Set21

O enorme espaço verde que constitui a Estufa Fria é composto por quatro áreas distintas: um grande lago exterior e três estufas. Desenvolve-se em diversos planos em declive, caracterizados por arruamentos e patamares entrecruzados, escadarias e vários elementos decorativos, nomeadamente elementos de estatuária, como "Vento Garroa", de Domingos Soares Branco, "Nu de Mulher", de Anjos Teixeira (filho), "Menina calçando a meia", de Leopoldo de Almeida, e ainda regatos, cascatas e nichos, grutas, lagos e fontes.

Figura feminina despida, Lago da Estufa Fria, de Anjos Teixeira (filho), executada em 1970

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Figura Vento Garroa, Lago da Estufa Fria, de Domingos Soares Branco, executada em 1954

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Fonte, na Estufa Fria

Nicho e caminho, na Estufa Fria

Ponte, na Estufa Fria

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Lago, na Estufa Quente

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Sintra | Palácio de Monserrate | Interiores

25
Jun21

Depois de vos apresentar os magníficos jardins e exteriores do Palácio de Monserrate, termino finalmente a partilha sobre este espaço tão especial no coração da Serra de Sintra, ao qual as minhas fotografias não fazem a devida justiça.

Sobre os interiores, para além do enorme detalhe de toda a decoração, marcou-me o facto de não haver portas entre os espaços comuns. Apenas os quartos de dormir e a biblioteca estão "resguardados" por uma porta. Achei muito interessante o conceito por detrás desta escolha, que remonta a 1846... 

Em 2000, a Parques de Sintra recebeu a gestão de todo o espaço e começava uma profunda intervenção de reabilitação de coberturas e fachadas, e a instalação de novas redes de infraestruturas, que permitiram a reabertura do palácio em 2010. O restauro dos interiores decorreu, à vista dos visitantes, até 2016. Atualmente, o palácio está totalmente restaurado e recuperou o esplendor de outrora. No âmbito da sua recuperação global, a Parques de Sintra encontra-se agora a trabalhar na musealização e tem vindo a adquirir peças que evoquem, não só, a importante coleção de arte, como também a vivência da família Cook em Monserrate.

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Cascais | Monumento ao Regimento de Infantaria 19

15
Abr21

Foi da Cidadela de Cascais que partiu para a batalha do Buçaco, em 1810, o Regimento de Infantaria de Cascais. O regimento ingressou no conflito sob o n.° 19 de Infantaria (janeiro de 1809), tendo regressado em 30 de agosto de 1814.

Aquartelado na Cidadela de Cascais de 1707 a 1834, o Regimento de Infantaria de Cascais ficou célebre pelas várias campanhas militares em que participou, das quais se destacam a Campanha do Rossilhão (1793-1795) e a Guerra Peninsular (1807-1814), nesta última já com a designação de Regimento de Infantaria 19, fruto das restruturações ocorridas em 1806. O regimento viria a ser extinto pelo então governador-geral de Portugal, Jean-Andoche Junot, a 22 de dezembro de 1807.

Até 1945, o feriado municipal de Cascais era comemorado a 30 de agosto, data que evocava o regresso apoteótico do Regimento à vila, em 1814.

A 12 de abril de 1921 foi inaugurado junto à Cidadela o monumento de homenagem ao Regimento de Infantaria 19, adquirido por intermédio de uma Comissão de Monumentos. Da autoria do escultor Artur Anjos Teixeira, a estátua, em lioz branco macio, representa um soldado com uniforme do período Napoleónico e está assente sobre uma grande peanha formada por rochas sobrepostas.

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Cascais | Estátua do rei D. Carlos I

13
Abr21

Foi a 28 de setembro de 1878, em comemoração do 15º aniversário do príncipe D. Carlos, que foram acesos os primeiros candeeiros elétricos em Portugal, na esplanada da Cidadela de Cascais.

No dia 1 de fevereiro de 2008, para assinalar a passagem de um século sobre a morte do rei D. Carlos I, assassinado em Lisboa a 1 de fevereiro de 1908, a autarquia de Cascais inaugurou a estátua criada pelo escultor Luís Valadares.

A estátua do rei D. Carlos I, instalada à entrada do Passeio de D. Maria Pia, junto à Cidadela e num dos acessos à marina, representa o monarca em pé, à beira da amurada do iate Amélia, a contemplar a baía de binóculos na mão e trajado com uniforme da Marinha. Foi fundida em bronze e assenta numa base em pedra "azulino de Cascais", bujardada "de modo a simbolizar o mar". A borda da embarcação é em aço, ferro, latão e madeira.

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O olhar do rei sobre a baía

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