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Amar Portugal

Porque amo este país que não me viu nascer e me senti inspirada pelas "Paisagens de Portugal" do Sapo Blogs.

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Cascais | Monumento ao Regimento de Infantaria 19

15
Abr21

Foi da Cidadela de Cascais que partiu para a batalha do Buçaco, em 1810, o Regimento de Infantaria de Cascais. O regimento ingressou no conflito sob o n.° 19 de Infantaria (janeiro de 1809), tendo regressado em 30 de agosto de 1814.

Aquartelado na Cidadela de Cascais de 1707 a 1834, o Regimento de Infantaria de Cascais ficou célebre pelas várias campanhas militares em que participou, das quais se destacam a Campanha do Rossilhão (1793-1795) e a Guerra Peninsular (1807-1814), nesta última já com a designação de Regimento de Infantaria 19, fruto das restruturações ocorridas em 1806. O regimento viria a ser extinto pelo então governador-geral de Portugal, Jean-Andoche Junot, a 22 de dezembro de 1807.

Até 1945, o feriado municipal de Cascais era comemorado a 30 de agosto, data que evocava o regresso apoteótico do Regimento à vila, em 1814.

A 12 de abril de 1921 foi inaugurado junto à Cidadela o monumento de homenagem ao Regimento de Infantaria 19, adquirido por intermédio de uma Comissão de Monumentos. Da autoria do escultor Artur Anjos Teixeira, a estátua, em lioz branco macio, representa um soldado com uniforme do período Napoleónico e está assente sobre uma grande peanha formada por rochas sobrepostas.

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Cascais | Estátua do rei D. Carlos I

13
Abr21

Foi a 28 de setembro de 1878, em comemoração do 15º aniversário do príncipe D. Carlos, que foram acesos os primeiros candeeiros elétricos em Portugal, na esplanada da Cidadela de Cascais.

No dia 1 de fevereiro de 2008, para assinalar a passagem de um século sobre a morte do rei D. Carlos I, assassinado em Lisboa a 1 de fevereiro de 1908, a autarquia de Cascais inaugurou a estátua criada pelo escultor Luís Valadares.

A estátua do rei D. Carlos I, instalada à entrada do Passeio de D. Maria Pia, junto à Cidadela e num dos acessos à marina, representa o monarca em pé, à beira da amurada do iate Amélia, a contemplar a baía de binóculos na mão e trajado com uniforme da Marinha. Foi fundida em bronze e assenta numa base em pedra "azulino de Cascais", bujardada "de modo a simbolizar o mar". A borda da embarcação é em aço, ferro, latão e madeira.

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O olhar do rei sobre a baía

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Cascais | Torre de Santo António | Forte de Nossa Senhora da Luz

09
Abr21

A génese do que é atualmente o conjunto fortificado da Cidadela de Cascais é a Torre de Santo António, mandada construir por D. João II em 1488. 
Da autoria de Pêro Anes, esta torre defensiva manteve-se ativa até 1580.
Em 1589, Filipe I mandou edificar uma nova fortificação para reforçar a baía de Cascais, constantemente ameaçada pela armada inglesa. O desenho da planta foi entregue ao Capitão Fratino, que projetou uma fortaleza abaluartada de planta triangular, um traçado pouco comum na arquitetura militar portuguesa.
A planimetria pouco usual do Forte de Nossa Senhora da Luz dever-se-á ao facto de ser necessário aproveitar a estrutura existente da torre quatrocentista.

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Torre de Santo António, edificada junto ao mar

À esquerda avista-se a Pousada de Cascais e em baixo a Marina de Cascais

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Cascais | Cidadela

07
Abr21

A “Cidadela de Cascais” localiza-se na extremidade oeste da enseada de Cascais e constitui-se num complexo fortificado que compreende:

• a Torre de Santo António de Cascais;

• o Forte de Nossa Senhora da Luz de Cascais, e

• a chamada Cidadela de Cascais.

Este conjunto tinha a função de defesa daquele trecho da costa, que dava acesso à capital do país, Lisboa.

Em 2003 a Cidadela foi adquirida pela Câmara Municipal de Cascais para aproveitamento cultural e turístico. No final de 2011 abriu ao público totalmente remodelada, permitindo visitar e conhecer o Palácio da Cidadela, o museu da Presidência, a Pousada de Cascais e várias lojas de comércio e arte.

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Entrada do Forte de Nossa Senhora da Luz

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Praça central, que dá acesso à zona comercial, à Pousada de Cascais e ao Palácio da Cidadela

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As duas fachadas do Palácio da Cidadela, atualmente a residência de verão do Presidente da República

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Lisboa | Arte Urbana | Reminiscência de Almada Negreiros

24
Mar21

É na Ribeira das Naus, bem pertinho da estação de Cais do Sodré em Lisboa, que se pode contemplar este monumento dedicado a José de Almada Negreiros.

Da responsabilidade da Câmara Municipal de Lisboa, a obra Reminiscência de Almada Negreiros representa os famosos "olhos de Almada a olhar para nós" e é da autoria de Catarina Almada Negreiros e Rita Almada Negreiros.

Foi inaugurada em julho de 2013 no âmbito das comemorações dos 120 anos do nascimento do artista, mas eu só reparei nela no verão passado... 

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