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Amar Portugal

Porque amo este país que não me viu nascer e me senti inspirada pelas "Paisagens de Portugal" do Sapo Blogs.

Amar Portugal

Porque amo este país que não me viu nascer e me senti inspirada pelas "Paisagens de Portugal" do Sapo Blogs.

Direitos de autor

Todas as imagens deste blogue são da autoria de Isa Nascimento, estando protegidas por Direitos de Autor. Se as partilhar, deverá identificar a sua origem.

Baixa da Banheira | Parque Municipal José Afonso

23
Mar23

O Sapo pediu uma flore eu resolvi dar-lhe um monte delas!

Para isso fui ao meu arquivo fotográfico e lá as encontrei.

Como os acasos da vida estão sempre a espantar-nos, depois de as escolher verifiquei que estas fotografias foram tiradas há exatamente 4 anos, neste mesmo dia 23 de março, mas de 2019. São todas do Parque Municipal José Afonso, na Baixa da Banheira, concelho da Moita.

Um agradável parque urbano ribeirinho que se estende por 25 hectares de zonas verdes e acompanha o recorte natural das margens do rio Tejo.

Para quem achar estranho o nome da vila em que se situa, saiba que o topónimo Baixa da Banheira vem precisamente por se encontrar nas "terras baixas da Banheira do Tejo".

Obrigada! - 2

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Parque Municipal José Afonso - Baixa da Banheira

Dia Mundial da Terra | 22 de abril 2022 | "Aos Indiferentes"

22
Abr22

Na entrada da Estufa Fria, em agosto de 2021.

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"Precisamos dos indiferentes, dos conformados e dos céticos.

Precisamos dos que ligam demasiado ao carro.

E dos que não desligam a luz.

Precisamos dos que deixam a água a correr.

E dos que se demoram no banho.

Precisamos dos que atiram para o mar.

E dos que lançam para o ar.

Precisamos dos pessimistas e dos consumistas.

Dos que querem palhinha.

E saquinho. E descartavelzinho.

Precisamos dos que reciclam desculpas e mais coisa nenhuma.

Dos que não querem e dos que não creem.

Precisamos até dos que não fazem por mal.

 

Precisamos dos indiferentes.

Já não dá para salvar o mundo sem eles

Câmara Municipal de Lisboa

 

Lisboa | Estufa Fria

14
Set21

Não sei já há quantos anos tinha vontade de conhecer a Estufa Fria, situada dentro do parque Eduardo VII, em Lisboa. Um gigantesco jardim (área superior a 1 ha) escondido numa antiga pedreira, que passa despercebido aos menos atentos.

Consegui fazê-lo este ano. 

Fiquei assim a saber que se trata na verdade de 3 estufas: a Estufa Fria, a Estufa Quente e a Estufa Doce.

Ao longo destes três ambiente diferentes, somos convidados a conhecer mais de 300 espécies originárias dos vários continentes. Gostei! 

Mas a tarefa de seleção das imagens para partilhar convosco foi uma tarefa difícil... 

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A Estufa Fria é a área principal e não tem qualquer sistema de aquecimento.

 

A Estufa Quente tem uma cobertura em vidro que possibilita o aquecimento do ar.

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A Estufa Doce, a mais pequenina, é também aquecida e alberga os cactos.

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Dia Mundial da Terra | 22 de abril 2021 | Jardins de Monserrate | Sintra

22
Abr21

É em plena serra de Sintra que podemos encontrar os exuberantes jardins do Parque de Monserrate. 

Foi uma das visitas que mais gostei de fazer.💚

Constituindo uma das mais notáveis criações paisagísticas do Romantismo em Portugal, o Parque de Monserrate recebeu espécies vindas de todo o mundo, que foram organizadas por áreas geográficas, refletindo as diversas origens das plantas e compondo cenários ao longo de caminhos, por entre ruínas, recantos, lagos e cascatas. É assim, sobretudo graças à intervenção do paisagista William Stockdale, do botânico William Neville e do mestre jardineiro James Burt mas, acima de tudo, ao espírito romântico de Francis Cook, que podemos hoje encontrar no Parque de Monserrate cenários contrastantes que, ao longo de caminhos sinuosos e em convívio com espécies espontâneas da região, como os medronheiros de porte arbóreo, os já muito raros azevinhos e os imponentes sobreiros, surgem ancestrais fetos arbóreos e araucárias, agaves e palmeiras que recriam um cenário do México, camélias, azáleas, rododendros e bambus, lembrando um jardim do Japão.

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Lisboa | Expo | Arte Urbana 8

26
Jan21

JARDINS DA ÁGUA

Os Jardins da Água são um trabalho de equipa entre o arquiteto paisagista João Gomes da Silva e a artista plástica Fernanda Fragateiro.

Um longo curso de água percorre os três talhões do jardim em direção ao Tejo, simulando os cursos de um rio, desde a nascente até ao mar.

O detalhe mais emblemático do jardim encontra-se no Edifício da Cascata, que lança água sobre a praça principal. Por trás deste encontra-se o Lago Ulisses, serpenteando um passadiço de pedra sobre as suas águas até ao Jardim Hidráulico. Neste jardim encontram-se ainda réplicas das primeiras máquinas hidráulicas criadas pelo Homem, que funcionavam usando a força motriz da água, espalhadas por pequenos ilhéus, vegetação densa e passadiços de madeira. Infelizmente, esta parte dos Jardins foi drenada e as máquinas hidráulicas encontram-se danificadas e desativadas. 

Encontra-se na zona ribeirinha do Parque das Nações, em Lisboa, entre o Teatro Camões e o Oceanário, e é o meu local favorito da "Expo". 

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