Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Amar Portugal

Porque amo este país que não me viu nascer e me senti inspirada pelas "Paisagens de Portugal" do Sapo Blogs.

Amar Portugal

Porque amo este país que não me viu nascer e me senti inspirada pelas "Paisagens de Portugal" do Sapo Blogs.

Direitos de autor

Todas as imagens deste blogue são da autoria de Isa Nascimento, estando protegidas por Direitos de Autor. Se as partilhar, deverá identificar a sua origem.

Arouca | Frecha da Mizarela

24
Ago21

Um dos locais mais surpreendentes do Arouca Geopark, a Frecha da Mizarela é uma queda de água em que o rio Caima se projeta a mais de 60 metros de altura do granito da serra da Freita. Pode ser observada do miradouro da aldeia de Mizarela e da aldeia da Castanheira, no concelho de Arouca, distrito de Aveiro.

Se os Passadiços do Paiva nos oferecem paisagens maravilhosas, esta não lhes fica nada atrás.

É um cenário maravilhoso!

20210612_171352

20210612_170359

Vista da aldeia da Castanheira

20210612_163201

 

 

 

 

Arouca | Passadiços do Paiva

13
Ago21

Os Passadiços do Paiva, inaugurados em junho de 2015, localizam-se na margem esquerda do Rio Paiva, no concelho de Arouca, distrito de Aveiro. Os acessos são efetuados pelas extremidades do percurso, podendo iniciar em Espiunca ou no Areinho.

Eu comecei pela praia do Areinho, atravessei a "516 Arouca" inaugurada no dia 2 de maio de 2021, intitulada como "a maior ponte pedonal suspensa do mundo", e saí em Espiunca.

Os passadiços em si têm uma distância linear a percorrer de 8700 metros, mas os desníveis são acentuados e os degraus nunca mais acabam...  Adicionando os 516 metros da ponte pedonal e os mais de 2 quilómetros dos acessos até às entradas (se não optarmos por um transfer)... é duro! O nível de dificuldade é realmente Alto!

Recomendo épocas amenas, porque no pico do calor torna-se ainda mais difícil. Se optar por percorrer a "516 Arouca", verifique qual é a entrada antes de planear o percurso nos passadiços. Só se pode entrar pelo acesso indicado no bilhete e à hora marcada. Se a entrada for por Alvarenga vá com tempo, pois entre o estacionamento e a entrada da ponte há um percurso pedonal longo, pelo meio de aldeias e campos e com má sinalização.

No dia seguinte não sentia a barriga das pernas... mas adorei! 

20210611_130238.jpg

Praia fluvial do Areinho

20210611_132117.jpg

Ponte de Alvarenga

20210611_154038.jpg

20210611_153753.jpg

20210611_161846.jpg

20210611_162126.jpg

20210611_171410.jpg

Praia fluvial do Vau / Cascata do Vau

20210611_171823.jpg

20210611_192300.jpg

20210611_193059.jpg

 

 

 

 

Dia Mundial da Terra | 22 de abril 2021 | Jardins de Monserrate | Sintra

22
Abr21

É em plena serra de Sintra que podemos encontrar os exuberantes jardins do Parque de Monserrate. 

Foi uma das visitas que mais gostei de fazer.💚

Constituindo uma das mais notáveis criações paisagísticas do Romantismo em Portugal, o Parque de Monserrate recebeu espécies vindas de todo o mundo, que foram organizadas por áreas geográficas, refletindo as diversas origens das plantas e compondo cenários ao longo de caminhos, por entre ruínas, recantos, lagos e cascatas. É assim, sobretudo graças à intervenção do paisagista William Stockdale, do botânico William Neville e do mestre jardineiro James Burt mas, acima de tudo, ao espírito romântico de Francis Cook, que podemos hoje encontrar no Parque de Monserrate cenários contrastantes que, ao longo de caminhos sinuosos e em convívio com espécies espontâneas da região, como os medronheiros de porte arbóreo, os já muito raros azevinhos e os imponentes sobreiros, surgem ancestrais fetos arbóreos e araucárias, agaves e palmeiras que recriam um cenário do México, camélias, azáleas, rododendros e bambus, lembrando um jardim do Japão.

20200816_125826.jpg

20200816_130522.jpg

20200816_130632.jpg

20200816_123356.jpg

20200816_124702.jpg

20200816_143546.jpg

20200816_114706.jpg

20200816_122300.jpg

Cascais | Estátua do rei D. Carlos I

13
Abr21

Foi a 28 de setembro de 1878, em comemoração do 15º aniversário do príncipe D. Carlos, que foram acesos os primeiros candeeiros elétricos em Portugal, na esplanada da Cidadela de Cascais.

No dia 1 de fevereiro de 2008, para assinalar a passagem de um século sobre a morte do rei D. Carlos I, assassinado em Lisboa a 1 de fevereiro de 1908, a autarquia de Cascais inaugurou a estátua criada pelo escultor Luís Valadares.

A estátua do rei D. Carlos I, instalada à entrada do Passeio de D. Maria Pia, junto à Cidadela e num dos acessos à marina, representa o monarca em pé, à beira da amurada do iate Amélia, a contemplar a baía de binóculos na mão e trajado com uniforme da Marinha. Foi fundida em bronze e assenta numa base em pedra "azulino de Cascais", bujardada "de modo a simbolizar o mar". A borda da embarcação é em aço, ferro, latão e madeira.

20200926_173653.jpg

20200926_173731.jpg

O olhar do rei sobre a baía

20200926_173820.jpg